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14/09/2009

Madam Ruth Wallis sings "Sweater Girl"



Our Cabaret's beloved Ruth Wallis, once again, as to thank the wonderful words her son kindly wrote us. Indeed, the music and lyrics of Ruth Wallis give meaning to this blog for its open-minded and irreverent spirit. Through her satirical and good-mooded songs Madam Wallis dared to break what was considered a social taboo in the 40s and the 50s. To that we pay tribute, hoping to revive that irreverent view in today’s much tabooed society.

29/08/2009

"The Physician"


(versão de Julie Andrews)

Les chansons risqué des années 20s

"He Hadn't Up 'Til Yesterday"



Les chansons risqué des années 20s

20/07/2009

Pausa - "He Wasn't There" (but we'll be back soon)

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O Cabaret vai de férias mas volta já no princípio de Agosto. Sintam a nossa falta que nós sentiremos a vossa!
***Beijos molhados!***
Mdm. Ruth

18/07/2009

Se o Ministério não o quer, há sempre quem queira


Segundo Gabriel Olim, não se trata de discriminação mas sim de "selecção", uma vez que "a prevalência de agentes patogénicos que podem provocar doenças graves por transfusão de sangue é maior na população homossexual masculina". "Por razões anatómicas, os homens estão mais expostos a doenças graves que possam ser transmitidas", afirmou, acrescentando que todos os dias se excluem 25 por cento de potenciais dadores pelas mais variadas razões.

Give Vampira those 25%. Vampira takes good care of their vlood.



16/07/2009

"Living on my own"

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Noite de lua cheia.

Got to be some good times ahead!


12/07/2009

MOP, in crescendo



ano após ano somos cada vez mais. e são cada vez mais os olhos postos em nós.

Mil pessoas nas ruas do Porto pela igualdade de direitos dos homossexuais

A exuberância é a imagem de marca das marchas do orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero (LGBT), como aquela que se realizou ontem no Porto. Mas está longe de identificar a maioria dos que se manifestam pela igualdade de direitos de quem tem uma orientação sexual que foge à norma. De calças de ganga e T-shirts, a maior parte das centenas de participantes reivindicou o casamento e a adopção pelos homossexuais.

"Casamento e adopção, igualdade sem excepção", lia-se numa faixa do Bloco de Esquerda, um entre dezena e meia de organismos que apoiaram a 4.ª Marcha Orgulho LGBT no Porto, a mais participada de sempre.

O subcomissário Mário Moreira, da PSP, contabilizava ontem cerca de mil participantes. "É fácil controlar manifestações como estas. Houve uma auto-organização, por isso, quase não é necessária a nossa intervenção", explicou.

Ao som de música e de frases de ordem, a manifestação correu pacífica entre a Praça da República e a Praça General Humberto Delgado. Acima de tudo, todos aceitam a diferença. Por isso, um homem com um vestido de alças cor-de-laranja e uma peruca azul que lança beijos de cima de um camião não choca quem desfila.

Mas nem todos exibem assim a diferença. Duas jovens de 16 anos marcham com a cara tapada por uma máscara. Uma explica que são gémeas e assumiram a sua homossexualidade aos 12 anos, mas ainda não contaram aos pais. "É o medo", justifica. A grande conversa, conta, está marcada para hoje [ontem] e a jovem acredita que eles vão reagir bem.

O filho de Dulce Santos, 45 anos, já passou por isso. E a mãe garante que correu bem. Ao pescoço traz um cartaz a dizer: "Tu não sabes, mas eu sou mãe de um homossexual." Veio de uma aldeia perto de Aveiro para participar pela primeira vez nesta marcha. "Vim porque acho que os homossexuais devem ter direitos iguais a qualquer outro ser humano." M.O.

in Público (fotos: mica-ME)


Definitivamente uma vitória para o movimento LGBT! Participação muito acima do esperado (tendo em conta os números da PSP), o que só revela a grande motivação de todos em lutarmos por esta causa.

Esperemos que para o ano a organização da MOP e as outras associações (nomeadamente a ILGA e a Rede Ex Aequo) ponham de parte as suas disputas pessoais e se concentrem no motivo pelo qual estas mil pessoas marcharam - a igualdade de direitos.