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15/07/2009

A marcha nos e dos Aliados


12/07/2009

MOP, in crescendo



ano após ano somos cada vez mais. e são cada vez mais os olhos postos em nós.

Mil pessoas nas ruas do Porto pela igualdade de direitos dos homossexuais

A exuberância é a imagem de marca das marchas do orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgénero (LGBT), como aquela que se realizou ontem no Porto. Mas está longe de identificar a maioria dos que se manifestam pela igualdade de direitos de quem tem uma orientação sexual que foge à norma. De calças de ganga e T-shirts, a maior parte das centenas de participantes reivindicou o casamento e a adopção pelos homossexuais.

"Casamento e adopção, igualdade sem excepção", lia-se numa faixa do Bloco de Esquerda, um entre dezena e meia de organismos que apoiaram a 4.ª Marcha Orgulho LGBT no Porto, a mais participada de sempre.

O subcomissário Mário Moreira, da PSP, contabilizava ontem cerca de mil participantes. "É fácil controlar manifestações como estas. Houve uma auto-organização, por isso, quase não é necessária a nossa intervenção", explicou.

Ao som de música e de frases de ordem, a manifestação correu pacífica entre a Praça da República e a Praça General Humberto Delgado. Acima de tudo, todos aceitam a diferença. Por isso, um homem com um vestido de alças cor-de-laranja e uma peruca azul que lança beijos de cima de um camião não choca quem desfila.

Mas nem todos exibem assim a diferença. Duas jovens de 16 anos marcham com a cara tapada por uma máscara. Uma explica que são gémeas e assumiram a sua homossexualidade aos 12 anos, mas ainda não contaram aos pais. "É o medo", justifica. A grande conversa, conta, está marcada para hoje [ontem] e a jovem acredita que eles vão reagir bem.

O filho de Dulce Santos, 45 anos, já passou por isso. E a mãe garante que correu bem. Ao pescoço traz um cartaz a dizer: "Tu não sabes, mas eu sou mãe de um homossexual." Veio de uma aldeia perto de Aveiro para participar pela primeira vez nesta marcha. "Vim porque acho que os homossexuais devem ter direitos iguais a qualquer outro ser humano." M.O.

in Público (fotos: mica-ME)


Definitivamente uma vitória para o movimento LGBT! Participação muito acima do esperado (tendo em conta os números da PSP), o que só revela a grande motivação de todos em lutarmos por esta causa.

Esperemos que para o ano a organização da MOP e as outras associações (nomeadamente a ILGA e a Rede Ex Aequo) ponham de parte as suas disputas pessoais e se concentrem no motivo pelo qual estas mil pessoas marcharam - a igualdade de direitos.

09/07/2009

O Cabaret subscreve o Manifesto

Marcha do Orgulho LGBT no Porto 2009

Há 40 anos, no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, pessoas homossexuais, bissexuais e transgéneras revoltaram-se e pela primeira vez reagiram e defenderam-se dos sistemáticos actos de agressão e opressão das forças policiais. Foi o início da luta pelos direitos das pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais/Transgéneras (LGBT).No ano seguinte, realizou-se a primeira Marcha do Orgulho LGBT – orgulho pela coragem de resistir.

No Porto, a 1ª Marcha do Orgulho LGBT foi impulsionada pelo brutal assassinato de Gisberta Salce Júnior, uma mulher transexual. Estávamos em 2006 e pedíamos “um presente sem violência, um futuro sem diferença”. 2007 foi o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos. As uniões de facto foram finalmente reconhecidas no Código Penal, sem distinguir casais de pessoas do mesmo sexo e casais de pessoas de sexo diferente. Por outro lado, apesar de muito se ter falado na necessidade de pôr termo à discriminação das mulheres no trabalho, nada se disse, por exemplo, sobre a dificuldade que transexuais e transgéneros têm em conseguir um emprego. Exigimos a inclusão da identidade de género no artigo 13º da Constituição da República Portuguesa e uma Lei de Identidade de Género.
Porque a igualdade de direitos não é adiável ou negociável, exigimos a cidadania plena para todas e todos.

Ano após ano, lembramos que o Estado tem a obrigação de se empenhar activamente na luta contra o preconceito. Porque a educação é fundamental, exigimos acções de formação anti-discriminação nas escolas, nos tribunais, nos estabelecimentos de saúde, nas esquadras. Em todos os pilares da democracia. Em 2008 congratulámo-nos com as medidas tomadas no âmbito da educação para uma saúde responsável, mas lamentámos o facto de a educação continuar a ter como base um modelo heteronormativo, que não corresponde à pluralidade das práticas familiares do Portugal do século XXI.

Na linha de todos os alertas e reivindicações que temos vindo a fazer, hoje pedimos a todas e todos que façam connosco uma reflexão sobre uma temática transversal e central de todas as sociedades: a FAMÍLIA.
Os argumentos em defesa do que é normal e tradicional são recorrentes quando se fala de famílias que não obedecem ao paradigma 1 homem +1 mulher = filhos. Mas o que é "normal"?

No Império Romano havia escravatura. Era normal. Diversas formas de escravatura são ainda consideradas normais em vários locais do mundo. No entanto, Portugal foi um dos primeiros países a abolir a escravatura, no século XVIII. A pena de morte também é histórica e ainda se aplica em diversos países. Portugal foi o terceiro país a abolir a Pena Capital, em finais do século XIX.
Avancemos para meados do século XX e para as coisas normais do mundo ocidental. O casamento inter-racial era proibido em muitos países, sob a justificação de que iria desvirtuar a instituição do casamento e porque a seguir teríamos o incesto e a bestialidade. Era normal obrigar os canhotos e escrever com a mão direita. Era normal os surdos não terem uma língua própria. Era normal os negros serem obrigados a viajar na parte de trás dos autocarros. Era normal uma mulher primeiro ser propriedade do pai para depois ser propriedade do marido. Era normal as mulheres não poderem votar nem usar calças de ganga. Era normal dizer-se que o preservativo e a pílula iam acabar com a família. Era normal haver filhos em todos os casamentos. Era normal o casamento ser para toda a vida mesmo que as pessoas fossem infelizes.

O normal é o que a maior parte das pessoas faz, ou acredita que se faz, num determinado momento. Não quer dizer que as práticas minoritárias estejam erradas. Aliás, o normal muda com os tempos...

Não se pode negar a diversidade de modelos familiares existente.

Um lar pode ter como núcleo um relacionamento monogâmico entre um homem e uma mulher, entre dois homens, ou entre duas mulheres. Mas também há relacionamentos amorosos responsáveis entre mais de duas pessoas. Assim como há famílias cuja base é a amizade, e não o amor, ou o sangue. Todas estas famílias existem. Umas têm filhos, biológicos ou adoptados, outras não.
O problema é que algumas destas famílias não são reconhecidas pelo Estado, ou são tratadas como famílias de segunda.

Há menos de 100 anos, o casamento normal seria a união entre duas pessoas com a mesma cor de pele, a mesma religião, do mesmo estrato social e de sexo diferente. Permitiu-se a anormalidade dos casamentos inter-raciais, a modernice de casar por amor, a leviandade de não se pensar nos interesses religiosos ou patrimoniais das famílias. Permitiu-se o amor. O casamento passou assim a ser o coroar de uma relação, o querermos que seja “para sempre” (pelo menos até ao dia do divórcio). As pessoas com orientações afectivas ou sexuais diferentes da maioria também cresceram neste país, e é normal que vejam no casamento civil a legitimação e dignificação do amor que sentem por outra pessoa.

E é disso que falamos: de amor.

Nem todos temos o desejo de encontrar a alma gémea, casar e ter filhos. Mas quem tem esse sonho deve ter igualdade de acesso ao casamento civil. Todos devemos ter o direito de escolher o modelo de família com que mais nos identifiquemos, e o estado tem de dar as mesmas oportunidades a todos e todas.

É urgente que o Estado reconheça o direito à igualdade para todas as pessoas, para todas as famílias. É necessário que ninguém seja discriminado. Somos uma sociedade diversa. Sejamos verdadeiramente inclusivos.

Por tudo isto marchamos e afirmamos:

“Na felicidade e na dor, o que faz a família é o amor!”

[Incompreensível é a posição da Rede Ex Aequo em renunciar agora a participar na MOP. Chega a ser ridícula até pelas razões apontadas. É lamentável que uma associação na sua busca de protagonismo descure a defesa dos direitos dos LGBTs que se diz representar.]

07/07/2009

El Orgullo



Declaração de interesses: Fazer da quarta Marcha do Orgulho do Porto um símbolo da expressão do movimento gay em Portugal e na Invicta, à medida de Madrid.

01/07/2009

Eu vou!

[Transcrevo para aqui o convite do André (espero que ele não se importe) e que está publicado na integra no blogue do MICA-me]

No próximo dia 11 de Julho, sábado, vai ocorrer a Marcha do Orgulho do Porto. Este email serve para vos chamar a todos a juntarem-se a este movimento que vai partir às 15 horas da Praça da República em direcção ao coração da cidade.

A Marcha é uma questão política e interessa – ou devia interessar a todos.

Na marcha vão estar muitas pessoas e todas diferentes. Com umas identificamo-nos mais, com outras não nos identificamos de todo. Em comum todas têm um propósito – manifestarem-se contra qualquer forma de discriminação com base na orientação sexual e identidade de género.

Ali vão pedir-se direitos iguais para todos, como tal, o assunto diz-nos respeito a todos, independentemente da orientação sexual de cada um de nós.

Independentemente da orientação sexual de cada um, e da sua identidade de género, ali vai-se exigir um estado realmente democrático que respeita todos os seus cidadãos.

É por isso que eu vou lá estar, e é por isso que vos estou a convidar a vocês. Porque o assunto diz-nos respeito a todos e eu quero direitos iguais para todos.

Quantos canhotos conhecem? Dizem as estatísticas que, aproximadamente, uma em cada 20 pessoas escreve com a mão esquerda. Dizem as estatísticas que 1 em cada 10 portugueses é homossexual. Quantos homossexuais conhecem? Imaginem quantos amigos vossos se escondem se uma em cada 10 pessoas que conhecemos é homossexual. Com quantas pessoas lidam vocês directamente todos os dias? Quantos colegas têm na escola e no emprego? Quantos primos têm? Quantos vizinhos? Esses são os que andam todos os dias de máscara e esses são aqueles que são considerados cidadãos de segunda.

Dia 11 de Julho, eu vou estar às 15 horas na Praça da República. Vou estar com muita gente que conheço. Vou estar com os com os meus e com os teus vizinhos, com os meus e com os teus primos, com os meus e com os teus colegas de trabalho. E muitos vão ficar em casa. Gostava que os meus amigos também se importassem com um assunto que diz respeito a todos e por isso gostava de te ver por lá também. Não é que se não estiveres acabe o mundo, mas é bom saber com que se importam os meus amigos.

É importante que quem manda conte cabeças. Importa quantos vão estar lá, independentemente da orientação sexual de cada um. Preocupa-te!

Sobre o Nazismo dizia o poeta alemão Martin Niemöller:

Primeiro vieram atrás dos comunistas,
- mas como eu não era comunista, não gritei.
Depois prenderam os socialistas,
- mas como eu não era socialista, não gritei.
Depois levaram os sindicalistas,
- mas como não era sindicalista, não gritei.
Ainda depois levaram os judeus,
- mas como eu não era judeu, não gritei.
No fim vieram atrás de mim, mas já não havia mais quem protestasse.

Se por motivos vários não podes juntar-te à Marcha na Praça da República, mas queres estar presente, podes ver como podes fazer-te representar aqui: http://mica-me.blogspot.com/2009/07/ausentes-por-um-motivo-unidos-pela_01.html


[Recomendo igualmente que consultem as iniciativas do MICA-me para a 4ª MOP, disponíveis aqui.]

28/06/2009

LGBT Cultural

Fica aqui o programa desta excelente iniciativa. Aos organizadores e ao Maus Hábitos, muitos parabéns.
http://lgbtcultural2009.blogspot.com/

24/06/2009

destaQues II

Porto Pride 2009 11 Julho | Teatro Sá da Bandeira

LGBT Cultural 2009
7 - 10 Julho | Maus Hábitos

LGBT Cultural 2009 é um ciclo cultural de temática lgbt (lésbico, gay, bissexual e transgénero) a realizar no âmbito das celebrações do orgulho gay durante quatro dias. Este ciclo inclui conferências, debates e sessões de cinema independente sobre as categorias: História, Saúde Sexual e Psicológica, Performance Art Queer-LGBT e Sociedade Civil, Cinema.
Este projecto vem colmatar a necessidade duma maior informação acerca da temática lgbt na sociedade portuguesa, surgindo como antecipação cultural aos habituais eventos do orgulho lgbt, cuja índole é principalmente a manifestação e a celebração. Este conjunto de eventos pretende esclarecer a comunidade nos campos histórico, da saúde, artístico e cívico da identidade lgbt, trazendo uma maior consciencialização do indivíduo.


http://lgbtcultural2009.blogspot.com/

17/06/2009

Grande plano

Não, a Zoom não se parece com a Babylon da série "Queer as Folk", como muitos diziam. Lá porque é espaçosa e tem go go boys (de calças ainda por cima!) não quer dizer que seja a oitava maravilha da noite gay do Porto. Decorada com gosto, bem localizada e com algumas surpresas interessantes - a sucursal da Sex Shop Eros no segundo piso é, sem dúvida, uma aposta original - tem de queer apenas o "GLS" no nome. Talvez por isso andassem tantos casais hetero a namorarem por lá, no último Sábado.
A música condiz com o estado da pista até às três da manha: fraquinha e muito, muito chill. A partir dessa altura o techno house assume o controlo da noite e leva toda a gente para a pista, não estando muito longe, a nível musical, da sua prima da Foz, a "Indústria" (dos mesmos donos). A esta hora o mar de gente é bem evidente e quem lá chega por volta da meia noite encontrando o espaço deserto nem sabe a invasão que lhe espera.
Este projecto é sinal de que vale a pena investir na noite gay do Porto, procurando reinventar conceitos e experimentar outros novos. O Zoom, não sendo a "Heavens" à muito prometida para o Porto, é no entanto uma boa alternativa (complementar, não substituta) às noites festivas do Boys ou do Pride.

12/06/2009

Zoom: a maior discoteca gay do Porto

Levar o público "homo" do Porto a sair do armário e entrar no beco. Este parece ser o objectivo da Zoom, discoteca GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes) que inaugurou com brilho no Beco de Passos Manuel, no passado dia 4.

Após a transformação de um recanto urbano - em que ninguém reparava - num beco "com saída", nada será como dantes para os frequentadores da noite portuense. Se até aqui os poucos destinos conotados com a franja GLS tendiam a converter-se em pequenos guetos de lascívia e rédea solta, agora há um espaço que não só foge aos estereótipos do género - shows de travestis, música histérica, gosto pela decadência - como proporciona um convívio saudável entre gente de todas as orientações sexuais. ler o resto (Jornal i)

Desculpem, "gosto pela decadência"? Irá haver pelo Zoom seguranças a separar os casais que estiverem enrolados, tal como acontece no Lusitano? Ao menos na concorrência a brigada dos bons costumes, da moral e da decência abstém-se de chatear os clientes. Ao menos lá podem estes sentirem-se como pessoas responsáveis.
A revelar-se este mais um golpe de publicidade ao novo espaço, o Sr e Sra Lusitano que se inteirem da terrível imagem que andam a dar da comunidade LGBT, com toda esta condescendência subversiva.

11/06/2009

Ser ou não ser friendly, eis a questão

Gay-friendly refers to places, policies, people or institutions that actively seek to create an environment friendly towards LGBT people.

Lista de locais oficialmente* LGBT e friendly no Porto:

LGBT
-Boys'r'us
-Moinho de Vento
-Pride Bar
-Zoom

Friendly
-Atelier**
-Armazem do Chá
-Breyner85
-Casa de Ló
-Chã das Eiras
-Gato Vadio
-Lusitano**
-Maria vai com as outras
-Maus Hábitos
-Plano B
-Rosa Escura**
-Sahara

*Confirmado pela gerência via e-mail.
**Confirmado pela gerência via imprensa.

Não confirmados (mas suspeitos =)
-Pitch Club
-Passos Manuel
-Café au lait
-Triplex
-Labirintho
-Gare Club

27/05/2009

Rumores

Parece que na apresentação do novo bar gay - o Zoom, feita no Lusitano há uns dias, confirmou-se a inauguração do espaço no próximo dia 4 de Junho (e não Julho como indicado no último post) e, o mais surpreendente, que o Lusitano é, oficialmente (?), gay friendly. Depois de tantas e tristes história será desta que o Lusitano irá mudar? Ou será que não sabem que essa denominação implica da parte deles respeito e tolerância para com os casais homossexuais que desejam demonstrar o mais natural afecto? Pensarão talvez que basta gritar GAY! que logo uma hoste de bichas com os bolsos cheios* lhes aparece à porta? (Será que de facto têm razão? Quero crer que não...)

Quanto ao Zoom, só por convite é que se poderá ir à inauguração do espaço situado na Travessa do Ateneu Comercial (ao Pitch). Se é verdade que os donos do Lusitano são os mesmos do Indústria (queria relembrar que continuamos no domínio do rumor) e se for sua intenção aplicar ao novo projecto o mesmo conceito da discoteca da Foz mas num ambiente queer e para queers, então o Zoom poderá tornar-se num dos bares mais interessantes do Porto, capaz de disputar a liderança da noite gay com o próprio Boys (creio que o mais frequentado). E aposto que o Miguel não deixará que isto aconteça, por isso ao zoom suceder-se-à provavelmente um boom que, acredito, que nos trará surpresas muito agradáveis!

*de dinheiro.

26/05/2009

PortoQ

Se no Porto não existe aquilo a que lá fora se chama gay village (rua ou bairro onde proliferam espaços direccionados ao público LGBT) pode-se, apesar de tudo, apontar a zona dos Clérigos como a mais queer da cidade.
Boys, Atelier, Moinho, Lusitano, Armazém do Chá*, Rosa Escura, Maria vai com as outras*, Plano B*, entre outros, são alguns dos espaços mais populares entre pessoas não heterossexuais. Tudo muito perto e a não mais de 10 minutos de distância entre si.
Mais a norte, o Pride faz as delícias das meninas (não só, claro) e do outro lado dos Aliados temos ainda o Pitch e o Passos Manuel e, futuramente, o Zoom - a nova disco gay do Porto (com abertura marcada para 4 de Julho).
Contam-se, além disso, entre os espaços "oficialmente friendly" (confirmado pela gerência) os bares Breyner 85*, Casa de Ló*, Maus Hábitos* e Sahara*, e ainda a livraria Gato Vadio*.
*espaços "oficialmente friendly"


E caso isto não seja prova do que disse no início, então talvez este símbolo (mais queer não pode haver), implantado mesmo em frente aos leões, ajude a dissipar as dúvidas!